Quando meus medos me abandonaram,
minha alma descalça pisou cacos de saudade
e meus pés feridos sangraram angústias inúteis.
Foi então que a vida me encontrou.
Devolvi a capa de sonhos,
o par de óculos azuis, os anéis, as alianças,
as luvas que guardaram afagos...
Vencidos os moinhos de vento,
despi a armadura enferrujada,
prendi Rocinante à linha do horizonte
e parti.
domingo, 27 de março de 2011
"Eu sei de muito pouco. Mas tenho a meu favor tudo o que não sei e - por ser um campo virgem - está livre de preconceitos. Tudo o que não sei é a minha parte maior e melhor: é a minha largueza. É com ela que eu compreenderia tudo. Tudo o que não sei é que constitui a minha porção melhor ...
CLARISE LISPECTOR
CLARISE LISPECTOR
Por enquanto sou grande demais para me preocupar, nobre demais para ter raiva, forte demais para temer as vicicitudes do caminho. Sou feliz demais para permitir a presença de grandes problemas.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Quando eu tinha 5 anos, minha mãe sempre me disse que a felicidade era a chave para a vida. Quando eu fui para a escola, me perguntaram o que eu queria ser quando crescesse. Eu escrevi “feliz”. Eles me disseram que eu não entendi a pergunta, e eu lhes disse que eles não entendiam a vida.
John Lennon
John Lennon
quarta-feira, 23 de março de 2011
"You can't buy love, but you can pay heavily for it"
domingo, 20 de março de 2011
O TEMPO.
Na hora da saudade, da tristeza, do desamparo, é com ele que contamos: o TEMPO.
Queremos dormir e acordar dez anos depois curados daquela idéia fixa que se instalou no peito, aquela obsessão por alguém que já partiu de nossas vidas.
No entanto, tudo o que nos invadiu com intensidade, tudo o que foi realmente verdadeiro e vivenciado profundamente não passa.
Fica.
Acomoda-se dentro da gente e de vez em quando cutuca, se mexe, nos faz lembrar da sua existência.
O grande segredo é não se estressar com este inquilino incômodo, deixá-lo em paz no quartinho dos fundos e abrir espaço na casa para outros acontecimentos .
Queremos dormir e acordar dez anos depois curados daquela idéia fixa que se instalou no peito, aquela obsessão por alguém que já partiu de nossas vidas.
No entanto, tudo o que nos invadiu com intensidade, tudo o que foi realmente verdadeiro e vivenciado profundamente não passa.
Fica.
Acomoda-se dentro da gente e de vez em quando cutuca, se mexe, nos faz lembrar da sua existência.
O grande segredo é não se estressar com este inquilino incômodo, deixá-lo em paz no quartinho dos fundos e abrir espaço na casa para outros acontecimentos .
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